{"id":111693,"date":"2015-12-28T12:58:17","date_gmt":"2015-12-28T12:58:17","guid":{"rendered":"https:\/\/portoalities.com\/porque-ha-tantas-e-tao-variadas-claraboias-no-porto\/"},"modified":"2015-12-28T12:58:17","modified_gmt":"2015-12-28T12:58:17","slug":"porque-ha-tantas-e-tao-variadas-claraboias-no-porto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portoalities.com\/pt\/porque-ha-tantas-e-tao-variadas-claraboias-no-porto\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria das clarab\u00f3ias do Porto"},"content":{"rendered":"\n<p>Nunca me tinham ocorrido as clarab\u00f3ias do Porto, ignorante delas no dia a dia apressado, em que o rel\u00f3gio se nos imp\u00f5em mais importante do que o que se passa no c\u00e9u. Mas desde que esta pergunta me foi colocada que o meu olhar paira a alguns metros do ch\u00e3o. \u00c9 de l\u00e1 que vos escrevo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A hist\u00f3ria das clarab\u00f3ias do Porto<\/h2>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignnone\"><a href=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/DSC1637.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/DSC1637.jpeg\" alt=\"_DSC1637\" class=\"wp-image-953\"\/><\/a><figcaption>\u00a9 Paulo Gaspar Ferreira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignnone\"><a href=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/01-P1310172_2.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/01-P1310172_2.jpg\" alt=\"01-P1310172_2\" class=\"wp-image-952\"\/><\/a><figcaption>Detalhe do interior de uma clarab\u00f3ia c\u00f3nica, em estado de degrada\u00e7\u00e3o. \u00a9 Luciana Bignardi<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignnone\"><a href=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/DSC1889.jpeg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/DSC1889.jpeg\" alt=\"_DSC1889\" class=\"wp-image-707\"\/><\/a><figcaption>Interior da clarab\u00f3ia central da antiga Cadeia da Rela\u00e7\u00e3o. \u00a9 Paulo Gaspar Ferreira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br>O <a href=\"http:\/\/www.paulogasparferreira.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Paulo<\/a> foi-me apresentado como um fot\u00f3grafo apaixonado pelas clarab\u00f3ias do Porto, que se dedica a fotograf\u00e1-las h\u00e1 30 anos. &#8220;As clarab\u00f3ias s\u00e3o as minhas musas. Dedico-me a encontr\u00e1-las, a descobrir o melhor \u00e2ngulo para as fotografar, a esperar a luz perfeita para o fazer.<br>\u00c9 um trabalho de amor e de paci\u00eancia &#8211; passaram-se 30 anos, mas n\u00e3o os senti como muito tempo&#8221;. Entretanto, juntou-se ao Paulo uma fot\u00f3grafa brasileira, a Luciana Bignardi, e junto criaram o projecto <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/groups\/Animaluminaria\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener nofollow\">Anima Lumin\u00e1ria<\/a>, sobre Clarab\u00f3ias, lanternins e outras lumeeiras da cidade do Porto.<br>O Paulo prossegue no mesmo tom apaixonado: &#8220;o Porto \u00e9 um caso \u00fanico no mundo, n\u00e3o apenas pela quantidade de clarab\u00f3ias que possui, mas pela variedade das mesmas. O porqu\u00ea disto permanece um mist\u00e9rio para mim &#8211; o meu trabalho n\u00e3o \u00e9 catalog\u00e1-las ou compreend\u00ea-las, mas capt\u00e1-las no seu melhor momento. Mas gostava de saber a resposta a esta pergunta&#8221;. Estava lan\u00e7ado o desafio!<br>Dada a minha ignor\u00e2ncia sobre o tema, pedi-lhe que me fizesse uma visita guiada \u00e0s &#8220;suas&#8221; clarab\u00f3ias do Porto. E l\u00e1 fomos, mais a nossa-amiga-em-comum Catarina, \u00e0 descoberta das clarab\u00f3ias escondidas (na verdade, mais parecia uma excurs\u00e3o ao cora\u00e7\u00e3o de \u00c1frica, tal era a minha&nbsp;excita\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-12444\" src=\"\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/claraboias-porto-portugal.jpg\" alt=\"\" width=\"624\" height=\"540\"><br>E n\u00e3o era para menos &#8211; as clarab\u00f3ias do Porto s\u00e3o magn\u00edficas, em todos os adjectivos e adere\u00e7os que as caracterizam. Trabalhadas ou toscas, modestas ou grandiosas, com ou sem remates de ferro trabalhado, bolas de \u00e1gua, vidro colorido &#8211; tamanhas e tantas que s\u00f3 do <a href=\"https:\/\/portoalities.com\/pt\/quais-sao-os-melhores-miradouros-do-porto\/\">miradouro da Vit\u00f3ria<\/a>, cont\u00e1mos mais de 60!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Porque \u00e9 que o Porto tem tantas clarab\u00f3ias?!<\/h2>\n\n\n\n<p>Uma vez instalada a paix\u00e3o, foi tempo de procurar a resposta \u00e0 pergunta do Paulo. Tal como suspeitava, n\u00e3o existe uma bibliografia consistente sobre o tema. Encontrei, contudo, um livro na biblioteca da FAUP que, qual clarab\u00f3ia da hist\u00f3ria do Porto, iluminou a minha pesquisa.<br>Nesse livro, o Professor F. Barata Fernandes analisa a evolu\u00e7\u00e3o da habita\u00e7\u00e3o burguesa portuense desde a \u00e9poca medieval at\u00e9 ao s\u00e9culo XIX.<br>\u00c9 interessante pensar que a burguesia, n\u00e3o obstante&nbsp;orgulhosa de o ser, tinha tamb\u00e9m a pretens\u00e3o de ascender socialmente; e que essa pretens\u00e3o se reflectia, naturalmente, nos seus locais de trabalho e de habita\u00e7\u00e3o. Ao passo que a casa medieval, constru\u00edda de forma org\u00e2nica, essencialmente funcional e sem considera\u00e7\u00f5es de car\u00e1cter colectivo (o planeamento urbano era inexistente), a casa do Porto iluminista (a partir do s\u00e9culo XVIII at\u00e9 metade do s\u00e9culo XIX) reflecte claramente outras necessidades burguesas.<br>\u00c9 uma casa igualmente estreita e comprida, mas que cresce em n\u00famero de pisos (e, consequentemente, em altura), para acomodar a exist\u00eancia de uma loja \/ oficina no r\u00e9s do ch\u00e3o e a &#8220;casa&#8221; propriamente dita nos restantes pisos. Esta maior amplitude de espa\u00e7o exige um aprumo das solu\u00e7\u00f5es de ilumina\u00e7\u00e3o e assim nasce a clarab\u00f3ia, que ilumina de forma natural o v\u00e3o de escadas, \u00e0 volta do qual a casa se organiza.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignnone\"><a href=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/DSC4664.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/DSC4664.jpg\" alt=\"_DSC4664\" class=\"wp-image-955\"\/><\/a><figcaption>A clarab\u00f3ia surge inicialmente como uma solu\u00e7\u00e3o de ilumina\u00e7\u00e3o, intrusa silenciosa na vida de uma casa. \u00a9 Paulo Gaspar Ferreira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br>A habita\u00e7\u00e3o da segunda metade do s\u00e9culo XIX \u00e9 j\u00e1 pensada n\u00e3o apenas ao n\u00edvel da &#8220;rua&#8221; em que se insere mas de todo o quarteir\u00e3o, e monofuncional (isto \u00e9, separa-se definitivamente o local de trabalho do local de habita\u00e7\u00e3o). Essas duas caracter\u00edsticas s\u00e3o pilares evolutivos fundamentais, uma vez que, se por um lado se v\u00ea uma uniformidade na constru\u00e7\u00e3o das habita\u00e7\u00f5es, por outro lado procuram-se solu\u00e7\u00f5es inovadoras que distingam claramente o n\u00edvel social de cada dono. Da\u00ed a diversidade de revestimentos de fachadas, motivos decorativos nos gradeamentos, desenho de cantarias e&#8230; de clarab\u00f3ias!<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignnone\"><a href=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/DSC2956.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/DSC2956.jpg\" alt=\"_DSC2956\" class=\"wp-image-954\"\/><\/a><figcaption>Atente-se o detalhe do interior desta clarab\u00f3ia &#8211; o trabalho de gesso, por exemplo, mas tamb\u00e9m o reflexo do vidro colorido. A clarab\u00f3ia surge n\u00e3o apenas como solu\u00e7\u00e3o de ilumina\u00e7\u00e3o mas tamb\u00e9m como elemento decorativo com o poder de alterar significativamente o ambiente intimo de uma casa. \u00a9 Paulo Gaspar Ferreira<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><br>Existem outras hip\u00f3teses n\u00e3o exclusivas sobre a diversidade das clarab\u00f3ias, para l\u00e1 do desejo de distin\u00e7\u00e3o da classe burguesa portuense.<br>A clarab\u00f3ia era um desafio arquitect\u00f3nico imenso, e o foco prolongado na constru\u00e7\u00e3o funcional deste objecto poderia causar, por consequ\u00eancia, o aumento do sentido est\u00e9tico no mesmo.<br>E podemos especular se a isso n\u00e3o se juntaria, tamb\u00e9m, o brio dos artes\u00e3os envolvidos, e da sua eventual vontade de deixar uma marca pr\u00f3pria, distinta, nas clarab\u00f3ias que pelas suas m\u00e3os passavam.<br>Respostas definitivas&nbsp;n\u00e3o existem, mas creio que estas tr\u00eas hip\u00f3teses &#8211; desejo de distin\u00e7\u00e3o da classe burguesa portuense, o foco est\u00e9tico como consequ\u00eancia do desafio arquitect\u00f3nico e o brio profissional dos artes\u00e3os &#8211; satisfazem de alguma forma a pergunta do Paulo.<br>Uma coisa, no entanto, mant\u00e9m-se indecifr\u00e1vel; a surpreendente alegria que nos causam estas pequenas aves envidra\u00e7adas, permanentemente \u00e0 espera da hora certa para brilharem aos nossos olhos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignnone\"><a href=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/17-P1310770.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/17-P1310770.jpg\" alt=\"17-P1310770\" class=\"wp-image-957\"\/><\/a><figcaption>\u00a9 Luciana Bignardi<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Guarde este artigo para mais tarde:<\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"325\" height=\"488\" src=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/descubra-claraboias-porto-portugal-arquitetura-1.jpg\" alt=\"descubra claraboias porto portugal arquitetura \" class=\"wp-image-27941\" srcset=\"https:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/descubra-claraboias-porto-portugal-arquitetura-1.jpg 325w, https:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/descubra-claraboias-porto-portugal-arquitetura-1-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 325px) 100vw, 325px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"325\" height=\"487\" src=\"http:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/descubra-claraboias-porto.jpg\" alt=\"descubra claraboias porto\" class=\"wp-image-27943\" srcset=\"https:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/descubra-claraboias-porto.jpg 325w, https:\/\/portoalities.com\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/descubra-claraboias-porto-200x300.jpg 200w\" sizes=\"auto, (max-width: 325px) 100vw, 325px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nunca me tinham ocorrido as clarab\u00f3ias do Porto, ignorante delas no dia a dia apressado, em que o rel\u00f3gio se\u2026<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":111694,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[90],"tags":[5537,6040,5883,6041,6042,5843,6043],"class_list":["post-111693","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-atracoes_turisticas","tag-arquitectura-pt","tag-burguesia-pt-2","tag-cadeia-da-relacao-pt-2","tag-casas-pt-2","tag-centro-portugues-de-fotografia-pt-2","tag-claraboias-pt-2","tag-luz-pt-2"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.2 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria das clarab\u00f3ias do Porto | Blog Portoalities: Travel blog and Private tours in Porto and Douro Valley<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Uma das coisas que caracteriza o Porto \u00e9 a abund\u00e2ncia de clarab\u00f3ias. 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